Se o Rio Grande do Sul foi e é chamado de “Celeiro do Brasil”, a Serra Gaúcha tem tudo para ser o “fazendeiro”. O potencial e a diversidade industrial encontrada nesta região é sem dúvida, o maior do estado, e mais, um dos maiores do Brasil.
Não falo do tamanho das indústrias apenas, mas sim das possibilidades que são encontradas nesta região, desde o maior fabricante de ônibus da América Latina, até o maior produtor de vinhos do Brasil. Mas o mais interessante é exatamente como estas empresas se estruturaram logisticamente para alcançarem estas posições, lembrando que grande parte delas teve origem familiar, em épocas que o conceito de logística ainda não era divulgado.
Quando converso com os responsáveis por logística nas empresas da Serra, é comum encontrar diversos perfis. Existem aqueles que não sabem o que é “logística”, mas sabem que devem comprar certo, armazenar eficientemente, produzir sobre demanda, e entregar no prazo, garantindo a satisfação do cliente; existem aqueles que conhecem “tudo” sobre logística, ou melhor, acham que conhecem, e por conta disso não aceitam nenhuma abordagem externa aos conceitos entendidos por eles como verdades absolutas; e existem aqueles que sabem dosar conhecimentos com realidades, sem se fechar para o mundo e para as novidades. O incrível é que todos sabem exatamente o que fazer, e nem sempre o perfil moderado tem melhores resultados que os demais. E por incrível que pareça: é tentando que eles acertam! E é tendo fracassos em determinadas operações, que eles aprendem o certo.
Por isso digo: Não existe fórmula mágica! Não Quando falamos de logística, temos que dosar conhecimento, experiência e feeling, para encontrar o melhor método. E nisso, a Serra Gaúcha é craque!
Não falo do tamanho das indústrias apenas, mas sim das possibilidades que são encontradas nesta região, desde o maior fabricante de ônibus da América Latina, até o maior produtor de vinhos do Brasil. Mas o mais interessante é exatamente como estas empresas se estruturaram logisticamente para alcançarem estas posições, lembrando que grande parte delas teve origem familiar, em épocas que o conceito de logística ainda não era divulgado.
Quando converso com os responsáveis por logística nas empresas da Serra, é comum encontrar diversos perfis. Existem aqueles que não sabem o que é “logística”, mas sabem que devem comprar certo, armazenar eficientemente, produzir sobre demanda, e entregar no prazo, garantindo a satisfação do cliente; existem aqueles que conhecem “tudo” sobre logística, ou melhor, acham que conhecem, e por conta disso não aceitam nenhuma abordagem externa aos conceitos entendidos por eles como verdades absolutas; e existem aqueles que sabem dosar conhecimentos com realidades, sem se fechar para o mundo e para as novidades. O incrível é que todos sabem exatamente o que fazer, e nem sempre o perfil moderado tem melhores resultados que os demais. E por incrível que pareça: é tentando que eles acertam! E é tendo fracassos em determinadas operações, que eles aprendem o certo.
Por isso digo: Não existe fórmula mágica! Não Quando falamos de logística, temos que dosar conhecimento, experiência e feeling, para encontrar o melhor método. E nisso, a Serra Gaúcha é craque!
É o que eu acho.
Rodrigo Kunrath
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